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mar 07

Arte-finalista ou designer?

Quando o cliente procura uma gráfica, raramente apresenta sua própria arte final. Muitas vezes ao fazer o orçamento busca apenas o valor do serviço, sem nem mesmo perceber a necessidade da arte final. Quando consegue uma arte “grátis” fornecida pela gráfica, reclama da qualidade dela e compara com as artes de empresas grandes e revistas. Será que ele sabe a diferença entre arte-finalista e designer?

O que é arte final?

Arte final é o arquivo digital, feito em programa gráfico específico, já ajustado para impressão nos padrões aceitos pela gráfica.

Vale ressaltar aqui que texto em word, excel, powerpoint ou mesmo programas de cartões para impressoras desktop não servem para impressão gráfica. No máximo servem de base para montagem da arte final. Você pode ler nosso post Prepare corretamente sua arte que dá dicas para fechar sua arte.

Quem é o arte-finalista?

arte finalista

arte finalista

Toda gráfica mantém um ou mais profissionais treinados para receber o arquivo do cliente e verificar se está preparado para impressão ou não. Este profissional é o arte-finalista. Ele tem conhecimentos básicos da utilização de um ou mais programas gráficos.

Ocasionalmente, este profissional está habilitado a desenvolver arte finais simples para atender pequenas demandas de serviços. Ele possui o conhecimento da utilização do programa, pois fez cursos rápidos dos aplicativos gráficos, mas não fez uma universidade específica de design ou de desenho industrial ou mesmo de publicidade ou marketing.

Podemos esperar deste profissional apenas o básico. O lado criativo vai muito do perfil pessoal de cada pessoa e, neste caso, não foi devidamente desenvolvido.

O que é um designer?

O designer é um profissional que estudou a fundo artes e desenho. Sua formação não foi baseada apenas na utilização dos softwares. Ela foi muito mais abrangente, passando pelas áreas de marketing, publicidade, desenho, psicologia e muitas outras que desenvolveram uma habilidade bem ampla.

O designer não pensa apenas no trabalho gráfico e sim em toda programação visual da empresa de maneira a reforçar a missão e visão da empresa, divulgar seus produtos e atingir metas. Você pode saber mais neste post.

Ele pensa na sua empresa como um todo e não apenas restrito ao serviço solicitado.

Já deu pra perceber as diferenças?

O que esperar destes profissionais?

programação visual

programação visual

O arte-finalista apenas executa a sua idéia pré-concebida. Você leva os textos escritos ou digitados, fotos ou idéias soltas. A ídéia é concebida pelo cliente e funcionários do atendimento e é desenvolvida pelo arte-finalista a partir destas idéias.

Alguns profissionais tem mais discernimento para desenvolver uma boa arte, outros não tem os conhecimentos básicos de design, fazendo um trabalho que deixa a desejar. O valor destes serviços varia de gratuito a umas poucas centenas de reais, seguindo a experiência do arte-finalista. Os resultados são ruins a medianos. Tudo é feito na própria gráfica ou escritório de arte final. O trabalho gráfico é a atividade fim.

O designer vai a sua empresa, conversa com os sócios ou dirigentes, conhece a empresa como um todo, estuda o perfil de seu cliente, faz pesquisas de mercado e encima destes dados propõe uma estratégia de reforçar a sua marca ou produto. O produto gráfico é apenas um detalhe, pois a proposta é muito mais ampla.

Os valores cobrados são compatíveis com o trabalho desenvolvido. vai de centenas de reais a valores muito grandes abrangendo contas que incluem até tempo de televisão e outras mídias.

Quando contratar um arte-finalista ou designer?

O profissional escolhido dependerá muito dos objetivos do cliente.

Caso o cliente tenha porte pequeno e queira fazer uma divulgação rápida, poderá ser muito bem atendido por um bom arte-finalista. Quanto mais pagar, maior a chance de conseguir bons profissionais. Ele pode até tentar fazer o trabalho com um designer, mas deve ter em mente que o custo será bem maior e dependendo do tipo de negócio do cliente pode se tornar inviável.

Clientes de porte médio, já começam a demandar por serviços de designer, principalmente quando planejam a montagem ou expansão do negócio. Neste trabalho será idealizado a apresentação da empresa, inclusive na construção do estabelecimento, toda programação  visual e gráfica e as estratégias de divulgação. O próprio designer irá demandar o serviço de um ou mais arte finalistas, para desenvolver as idéias propostas para o cliente. O designer é especializado em ter idéias e o arte finalista em operar os programas.

Clientes de grande porte contratam agencias de design e publicidade, entregando grandes cifras para serem administradas na divulgação de seus negócios. Tudo na área de divulgação e design fica por conta destas agências.

Conclusão

programação visual

programação visual

O que foi dito neste artigo é que há grande distinção entre os profissionais que podem desenvolver uma arte final. Os serviços podem variar de simples a complexos e sempre haverá o profissional adequado para o porte do serviço.

Arte-finalistas são sempre bem vindos nos trabalhos simples, atendendo uma grande massa de clientes de pequeno porte. Estes clientes tem expectativas compatíveis com os resultados apresentados por estes profissionais.

O designer terá sempre demanda para seus serviços nas empresas bem estruturadas e de grande porte.

Ambos profissionais devem ficar cientes de suas limitações. Não adianta um arte-finalista se apresentar como designer e frustar seu cliente. Do mesmo modo, o designer não deve tentar disputar o mercado dos arte-finalistas. Devemos lembrar que o arte-finalista entrega o seu serviço em poucas horas de trabalho e o designer leva vários dias na conclusão de um projeto.

São coisas diferentes, com valores e resultados completamente diferentes.

O cliente também deve estar ciente dessa diferença.

Espero que tenha gostado deste post.

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Até o proximo post.

Paulo Valle

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Gráfico por mais de dez anos usando as marcas Qualiprint e Cardquali. Atuação na zona oeste do Rio de Janeiro e pela internet, principalmente pelo mercado livre onde foi por anos Mercado Líder. Atualmente administrador numa rede de restaurantes e proprietário do blog Dicas Gra´ficas do Cardquali, onde procura levar parte de seus conhecimentos na área gráfica e administrativa para todos interessados na área.


37 comentários

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  1. Eder

    Ótimo artigo, bem esclarecedor. Como designer já me encontrei muitas vezes na situação do cliente falar que a gráfica fazia de graça a arte ou por um preço bem inferior.

    Agora esse texto servirá como uma referência.

    Um abraço.
    Eder postado recentemente..Como compartilhar seus artigos automaticamente nas redes sociaisMy Profile

    1. cardqual

      Obrigado pelo comentário Eder.

      Você pegou bem o ponto que eu queria esclarecer, que é o valor agregado do produto oferecido.

      Abraços,

  2. Leonardo Borges

    Se o arte-finalista está ocasionalmente habilitado a desenvolver finalizações mais simples, que espécie de finalizador que se preze consegue finalizar uma arte complexa?

    O que vejo no mercado é muita gente querendo ser arte-final mas não tem o dom técnico para tal e é justamente essa parcela que o autor do post toma como profissional padrão.

    Se existe limitação por parte do arte-finalista em relação à aptidão a ser criativo, também o há do designer com relação ao conhecimento técnico de meios de impressão, o que fazer e o que não fazer em determinado tipo de mídia. São engessados com relação a técnicas de manipulação de software cabendo ao arte-finalista possuir domínio completo sobre determinada ferramenta e muitas vezes, dar suporte ao próprio diretor de arte na hora da confecção da arte.

    Quando definiu o arte-finalista, o autor mostrou, ainda que depreciando, o cenário real da área, onde muitos “designers” que saíram da faculdade buscam colocação em uma agência e acabam assumindo o posto de finalizador, devido à falta de oportunidade e a concorrência elevada por um posto de assistente de arte. Mas isso não é de todo ruim pois muitos profissionais escolhem o caminho da técnica ao invés da criatividade, o que vai da aptidão de cada um.

    Já quanto ao design, o autor mostrou o cenário ideal, já que designers realmente instruídos são raros. Essa conversa de que possuem uma formação mais abrangente (marketing, publicidade, desenho, psicologia…) é ilusão. Tanto é que a qualidade de grande parte do que vemos aí na rua contradiz esse notório saber criativo dos designers em geral.

    Se formos seguir a lógica do seu raciocínio, a descrição de um arte-finalista ideal seria: profissional com profundo domínio de softwares e conhecimentos básicos em produção gráfica de qualquer tipo de material. Deve sempre estar atento aos pormenores da arte buscando excelência e qualidade em qualquer material realizado. É um controlador de qualidade técnica de uma arte, qualquer que seja seu tipo. É responsabilidade do arte-finalista sinalizar tanto problemas técnicos como problemas conceituais, como fontes diferenciadas em um mesmo layout e falta de relação entre peças da mesma campanha.

    Eu não sei quais arte finalistas você conheceu, talvez os engessados das gráficas que hoje se limitam apenas a abrir e checar arquivos na recepção. Mas posso te garantir que existe uma gama de profissionais competentes e que possuem não só conhecimento técnico, mas também destreza no que se refere ao coerência criativa.

    Abraço.

    1. cardqual

      Caro Leonardo,

      O artigo não procurou depreciar nenhum profissional. Eu estaria automaticamente me depreciando, pois fui arte finalista por cerca de 13 anos.
      O post teve como objetivo separar o profissional que trabalha na gráfica, finalizando de 20 a 100 arquivos e preparando para impressão, daqueles que desenvolvem artes, levando por vezes dias no trabalho.
      Eu mesmo me considero acima da média de mercado, pois consigo ver esta distinção e chego a fazer trabalhos que se enquadrariam no patamar dado no post para os designers.
      Mas não se pode fazer ambos ao mesmo tempo.
      Pelo que me parece, você está se baseando no trabalho das agências de publicidade e criação, que ao meu ver estão mais para o lado do designer do que o intitulado arte finalista.
      A capacitação de mercado realmente deixa muito a desejar e creio que uma pessoa que se capacita a ser designer e não consegue mostrar serviço para trabalhar como tal é tão ruim quanto aquelas que querem passar de arte finalista para designer.
      Considere o que foi dito no post algo voltado para o meio que o blog procura abordar que é gráfica.
      Uma pessoa que trabalha fazendo desenhos animados, que é chamada arte finalista, tal qual citado no blog, não pode se considerar no mesmo patamar. Um é operador de software gráfico o outro é desenhista profissional que pode ou não usar um computador.
      A confusão de termos não é só desta área. Na área administrativa você tem o auxiliar administrativo, que vai do office boy, ao rapaz que limpa o escritório até o assistente de um Diretor de uma grande empresa que manda mais que os gerentes.
      Por favor tente focar o texto no meio em que ele foi escrito: Produção de peças para gráficas de baixo e de alto custo.
      Desculpe se por algum motivo o ofendi.
      E obrigado por deixar seu comentário.

  3. Roberta

    Bom dia,

    Estou lendo seus posts e achando as leituras muito útil e de fácil entendimento. Estou pesquisando em sites para buscar mais conhecimento, pois fiz um curso técnico e achei que ficou tudo muito vago.
    No momento trabalho como arte finalista para silk-screen.

    Valeu pelas dicas!!!

    1. cardqual

      Roberta,
      Bem vinda ao meio gráfico.
      Você pode achar bastante coisa aqui no blog.
      Entre também no blog do Liute http://www.clubedodesign.com/
      Nossos blogs se complementam bastante.

      Tendo dúvidas é só usar nossos contatos ou comentários. Tanto eu quanto a Gabriele estaremos a postos para tentar te ajudar.

      Abraços,

  4. André

    Cada um em seu quadrado, sem um ofender o outro, o designer formado é para projetos grandes de indentidade visual , embalagem, logotipos, pesquisa de mercado para ter resultado, o artefinalista é para serviços simples e rápido, tem conhecimento em produção gráfica, muito rápido e prático, conhecimento dos princípios do design, teoria de cor e tipologia.

    1. cardquali

      É isso aí andré. Cada um no seu quadrado… infelizmente tem muita gente que não consegue ver o seu quadrado. Daí a confusão!
      cardquali postado recentemente..Áreas do Design Gráfico – Design EditorialMy Profile

  5. Carlos Roberto Gonçalves

    Caro Luis Paulo

    Achei teu post bastante preconceituoso e depreciativo.
    Entendo onde tu queria chegar mas acho que tomou o caminho errado.
    Para não me estender muito apenas comento alguns pontos.

    “Ele possui o conhecimento da utilização do programa, pois fez cursos rápidos dos aplicativos gráficos”
    Aqui no RS, o Senai forma arte-finalistas com cursos de até um ano o que não considero um curso rápido.

    “O arte-finalista apenas executa a sua idéia pré-concebida.”
    Depende do conhecimento, boa vontade e talento do profissional.

    “Ele tem conhecimentos básicos da utilização de um ou mais programas gráficos.”
    Trabalho com arte-final desde 1990 e comecei com o Corel 2. Também utilizo Photoshop há um bom tempo e troquei o PageMaker pelo InDesign, que estou estudando. Já fui painelista no Senai, Senac e no curso de desenho industrial da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA. Não posso dizer que sou mestre nestes programas mas estou muito longe do básico.

    “Arte-finalistas são sempre bem vindos nos trabalhos simples, atendendo uma grande massa de clientes de pequeno porte.”
    Atendo gráficas grandes e pequenas, empresas locais e multinacionais, editoras de livros, associações e cooperativas regionais e nacionais. Bem mais que apenas clientes de pequeno porte.

    O que me incomoda neste post é a generalização.

    Achei o conceito de arte-finalista no Wikipedia bem mais adequado.
    “Arte-finalista é o profissional que finaliza tecnicamente uma peça de design ou publicidade para o fim a que se destina (impressão digital, off-set, serigrafia, jornal, revista, etc.) pois o seu suporte e execução pode influenciar tecnicamente o resultado final.

    Há vários campos em que um arte-finalista deve ter conhecimentos, como a paginação, a pós-produção de imagem, a leitura e desenvolvimento de desenhos técnicos e noções mínimas de produção, seja esta gráfica ou audiovisual. Hoje em dia é também essencial que se tenha conhecimentos profundos de algumas das ferramentas digitais à disposição (Photoshop, Adobe Illustrator, Adobe InDesign, Freehand, CorelDraw, Acrobat, etc.).

    Normalmente, o fim da linha de um trabalho dentro de uma agência, é o departamento de arte-final, pelo que a margem de erro deve ser nula. Este tipo de responsabilidade deve levar o arte-finalista a ser cuidadoso, rápido e atento ao mínimo pormenor.”

    Carlos Gonçalves
    Arte-finalista
    2º grau completo.

    1. Paulo Valle

      Carlos,
      Antes de mais nada, obrigado pelo seu comentário.
      No post que escrevi, não tive em nenhum momento a intenção de ser preconceituoso, pois na verdade estou para o lado do arte finalista, e não teria como ser preconceituoso comigo mesmo.
      Vi em seu comentário que você está nessa caminhada desde o Corel 2, o que me faz acreditar que você está lá pelos seus 40 anos. Eu sou do tempo do TK-82 e já fazia arte final nesta época com aquela resolução ridícula… Se é que se podia chamar de editoração.
      Profissionais desta época escreveram a história do design e editoração e de jeito nenhum podem servir de referência de mercado. São profissionais que entendem um pouco de tudo.
      O post foi direcionado em especial aqueles clientes que cismam de confundir as atribuições dos profissionais, querendo pagar valores irrisórios por serviços que exigem tempos excessivos para serem desenvolvidos.
      Não adiantava escrever de forma polida ou bonitinha… tinha que ser exagerado para que a ficha destes clientes caiam e eles entrem no valor de mercado. O post também foi destinado aqueles profissionais que insistem em achar que não vão ter clientes e por isso devem se sujeitar a qualquer coisa, desvalorizando o mercado.
      O mercado tem espaço para todo tipo de profissional, desde aquele que faz dezenas de artes rápidas por dia, quanto aqueles que trabalham em equipes grandes que desenvolvem trabalhos que podem levar dias. O valor destes trabalhos certamente não podem ser os mesmos.
      Se você for para o campo das gráficas comerciais, você poderá definir exatamente os dois perfis citados no artigo… eles compreendem quase que 90% dos profissionais do mercado. No mercado editorial, cujo o trabalho em equipe predomina, os conceitos sugeridos conflitam um pouco.
      Devemos lembrar também de profissionais que vão além do seu papel primários, avançando nas áreas próximas. Assim temos designers que são excelentes em operar programas e que sabem a fundo os detalhes de impressão gráfica e também arte-finalistas, que desenvolveram a sua visão de design e de processo. Quando se vê, não se sabe qual a formação destes profissionais. Mas uma coisa eu afirmo, estes profissionais são com certeza raríssimos no mercado.
      Uma coisa eu discordo de você. Um curso de 1 ano de duração, onde se vê pelo menos 3 softwares, é um curso rápido. Um curso de 4 anos com 40 matérias já é um curso maiorzinho.
      Na nossa época não haviam cursos na área. Eu nunca fiz um curso na área gráfica. Só começaram aparecer cursos na área gráfica depois que eu já tinha a gráfica a uns 5 anos. Somente agora estão começando a regularizar a profissão. Tenho várias universidades e nenhuma na área gráfica.
      Inclusive fiz administração recentemente, depois de ter trabalhado durante anos como administrador da gráfica. Uma coisa eu digo… embora conhecesse intuitivamente o trabalho de administração, o curso foi uma das melhores coisas que já fiz. Ele ajudou a arrumar a bagunça que estava na minha cabeça (muito conhecimento desorganizado e sem foco). Sugiro que você pense sériamente em fazer um curso na área para vivenciar isto que estou afirmando.
      Peço que releia o artigo, se colocando no lugar dos clientes “caroço” que vemos por aí e daqueles “iniciantes” que sujam o mercado gráfico trabalhando por preços irrisórios. Veja que o artigo (não só este, como todos) podem ser encarados por diversos prismas.
      Mais uma vez obrigado pelo comentário.
      Querendo complementar (a favor ou contra) pode fazer sem receio, pois não tiro nenhum comentário (exceto xingações… mas deixo indicado).
      Abraços,

    2. Liute Cristian

      São realmente ótimas observações. Acredito que o objetivo da discussão é sempre apresentar diferentes pontos de vista.
      Trabalho no ramo a quase 7 anos, e também sou autodidata. Aprendi que para esta profissão não existe uma regra específica, você pode sim fazer uma faculdade, ou pode simplesmente fazer como eu, que aprendi estudando por conta própria em livros e sites da internet. O importante é conseguir atingir um nível de conhecimento satisfatório ao execício da profissão. Tô com o Paulo quando ele diz que o artigo é para definir a visão dos “Clientes” que desvalorizam o trabalho. E tô com você quando da afirmação dos diversos níveis de conhecimento do profissional.
      Ótima postagem, ótimos comentários, com certeza muito valor agregado para o leitor!

      Abraços a todos!

      1. Paulo Valle

        Valeu Liute e Carlos pelas observações.
        Lembrem-se que este espaço não é meu e sim de nossos leitores, afim de que possamos valorizar nossa profissão.
        Obrigado pelos seus comentários.

  6. Diego

    Concordo com quase tudo que você diz, você só esqueceu de resaltar que 95% dos designer apesar do vasto conhecimento em marketing, não tem conhecimento gráfico (padroes de tamanho, questões de impressão) e muito se engana quando diz que um arte-finalista tem um pequeno conhecimento quanto aos programas ultilizados, pelo contrario, ele tem que ter um conhecimento até maior que o designer pra acabar com 90% de erros básicos que o designer faz ( até como você mesmo disse, o designer pensa apenas na programação visual e nescidade do cliente, mas se esquece dos padrões e outras coisas mais que todo arte-finalista tem que ter).

    Sou designer, ilustrador, editor de vídeos, e manipulador 3d (técnico em multimídia) venho de uma família de gráficos, e sei o que digo quando falo que é graças ao arte-finalista que muito designer não é chamado de FDP.

    1. Diego

      e to com o Carlos Alberto

    2. Paulo Valle

      Diego,

      Obrigado pela sua participação.
      Fiz uma nova postagem para “tacar mais fogo” na discussão.
      http://www.cardquali.com/estudar-ou-nao-estudar-eis-questao/

      Nesta nova postagem criei um cenário um pouco mais complexo do que neste post aqui que é bem generalista.
      Você vai ver que o profissional que tem aprendizado continuado acaba por se destacar dos demais.

      neste post aqui o objetivo era separar o profissional que pensa de maneira geral a empresa com trabalhos muito amplos daqueles que se limitam a fazer trabalhos rápidos, ou seja os dois limites do mercado em termos de custo.

      Dá uma olhada lá no link.
      Estamos aqui para conversar sobre isto mesmo.

      Paulo

  7. Renan

    O autor foi bem infeliz em escrever isso, o que ele chama de arte finalista o correto é “layoutista” designer é o cara que cria, o cara que pega as informações da briefing e ilustra com textos imagens etc. O arte finalista é o cara que vai corrigir esse material e finalizar para assim apresentar para o cliente.
    Então meu amigo antes de definir algo sobre alguma coisa, leia mais e se informe mais, Mas ja fique sabendo que “layoutista ” é uma coisa, designer é outra e arte final outra.

    1. Liute Cristian

      Renan, acho que você também deve rever seus conceitos. O que é layout para você? Sabia que muitos designers desconhecem os padrões industriais de corte de papel para desenvolvimento de seus trabalhos? E que muitos destes também desconhecem o processo de impressão e precisam do auxílio de um Arte-finalista para isto? Você sabe o que é prova de cores? Imagina o que seja Processo de Gerenciamento de Cores? Agora lhe pergunto, nas definições de “Layoutista” (conheci essa palavra agora) você acredita mesmo que este seria capaz de fechar um arquivo para impressão em offset, com geração das chapas (CTP) seguindo os padrões de gerenciamento de cores? Pois é, acho que não.
      Liute Cristian postado recentemente..Cartões de visita Full ColorMy Profile

  8. Augusto

    Bom dia Caro amigo,

    Após infinitas tentativas de contratar um designer gráfico para minha empresa, resalvo que novatos saídos da faculdade, profissionais de longa data e cheios de manias, optei por contratar um arte-finalista, pelo simples fato de que designers gráficos em sua maioria, praticamente nunca sujaram as mãos de tinta. Gráficas precisam de profissionais com muita agilidade, praticidade, objetividade e atentos a detalhes e não profissionais que são cheios de manias acadêmicas e que esquecem frequentemente como fazer uma simples sangria, e posso afirmar que já tive muitas experiências com tal profissional.Sei que meu comentário pode ser um tanto “resguardado” por uma linha de profissionais, porém confesso que decepcionado com acadêmicos.

    Abraço,

    Augusto

    1. Paulo Valle

      Augusto,

      No seu caso o arte finalista deve dar melhor resultado. Como falei no texto, o arte finalista é especializado na parte de utilização dos softwares.
      Já o designer se preocupa com o estudo “macro”, ou seja, com a programação visual de toda a empresa e não apenas com os impressos, usando para isso, muitas vezes, o trabalho de vários arte finalistas.

      Pense do seguinte modo. O arte finalista que você escolheu deve executar bem a recepção dos arquivos e preparação para impressão, mas estará capacitado a preparar todo o projeto por exemplo de uma Coca-Cola, visualizando comerciais, programação visual de caminhões, pontos de vendas, e inclusive banners e anuncios de revistas? Creio que não.

      Então, não adianta colocar um para fazer o trabalho do outro, cada um tem a sua especialidade.

  9. Samuel

    Olá Caro amigo;
    Embora eu nunca fui a uma universidade, considero-me um designer.
    Veja pq e se concorda.
    Trabalho com arte final há 15 ano,s produção de web sites tb a 15 anos, fui assessor do ex senador e Ministro Hélio Costa no qual eu cuidava justamente da sua imagem divulgada na mídia (TV, Internet, Rádio, Revistas e Jornais impressos) apenas recebia textos quando se tratava de notícias ai então ilustrava o texo com imagens e outros para o enriquecimento do que se propagava sendo que eu tirava fotos fazia seleção das mesmas opinava naquilo que seria melhor para manter o Senador em cena.

    Eu sou designer ou apenas arte-finalista?

    1. Paulo Valle

      Samuel,
      Existem muitos designers que não passaram por uma universidade.
      Eu mesmo poderia ser considerado um.
      As pessoas mais antigas podem ser consideradas como sendo do pré-design, ou seja, nem o termo existia ainda.
      Minha primeira incursão no meio gráfico foi com micros de 8 bits, onde era necessário se juntar 8 telas dos micros para se fazer uma folha A4 (impressa em matricial).

      Porém, não há que se desprezar a importância do ensino formal.

      Além de designer gráfico, tive meu negócio próprio e acabei quebrando.
      Fiz uma universidade de administração, na qual posso afirmar que 80% das coisas dadas eu já conhecia.
      Mas acontece que este tempo de estudo, arrumou tudo que eu sabia, acrescentando um pouco mais e consegui estruturar todo meu conhecimento.

      Não fazemos uma universidade para aprender e sim para estruturar os conhecimentos, que já temos, que estamos adquirindo e os que ainda teremos que aprender após o curso.

      Quase 100% das pessoas que se dizem não precisar do estudo formal, quando o fazem, acabam por ter benefícios em suas carreiras.

      É claro que talento conta muito. Mesmo pessoas novas, como meu amigo de blog Liute Cristian, que por motivos geográficos está longe dos centros com grande oferta de cursos, foi capaz de se formar (autodidaticamente) e fazer um excelente trabalho.

      O que eu coloco é: E se ele tiver acesso a um ensino estruturado… até onde pode chegar?

      No seu caso… Não te fez falta aumentar seus conhecimentos? Nunca sentiu falta de nada? Chegou aonde queria, ou sente que poderia ir um pouco além?

      Respondendo a sua pergunta… Você facha apenas serviços nos programas ou você pensa na carreira e imagem do Senador como um todo? O Designer trabalha o todo da empresa (no caso o Senador) e o arte finalista se presta apenas a parte do trabalho (editoração).
      O que você é? O que poderia ser?

      1. Liute Cristian

        Paulo, exatamente com base nas suas palavras já vou começar minha faculdade. Vou cursar Sistemas de Informação, um pouco na contra mão do que faço atualmente mas sempre quis aprender a programar e criar minhas próprias soluções para web e softwares. Um detalhe importante, o curso é à distância, vou colocar a prova novamente a capacidade que todos nós temos de aprender por conta própria. Se eu consigo, qualquer pode conseguir, depende muito da força de vontade e num termo mais popular “da cabeça de cada um”.

        1. Paulo Valle

          Parabéns pela decisão!
          Você sentirá a diferença que faz ter uma graduação, tanto pelo lado de organizar os conhecimentos, quanto pela valorização “silenciosa” ao apresentar o seu trabalho. Novas oportunidades aparecerão e em nenhum momento citarão a sua formação… mas você perceberá que ela estará influenciando nestas oportunidades.
          Parabéns e bons estudos!

    2. Paulo Valle

      Samuel,

      Leia também http://www.cardquali.com/estudar-ou-nao-estudar-eis-questao/

      Abraços,

      Paulo

  10. mcenroe clark

    EStou começando a engatinhar agora nesse ramo de design grafico e , sinceramente ao ler seu post, cheguei a conclusao de que vc esta no mercado errado, vc diz q trabalha na area ha muito tempo e pelo visto tem muito tempo q vc esta na area errada…vc mesmo se menospresa, afinal vc é arte finalista tmb ne mesmo? O q impede de um design formado exercer a funcao apenas de arte finalista…nao teriamos assim, um arte-finalista craque tendo em vista a conclusao q vc fez de um arte-finalista?
    Comparemos….tem um cara chamado Roger q é vocalista de uma banda de rock dos anos 80 chamada ultrage a rigor….hj em pleno anos 2012…o ultrage a rigor é visto como uma bandinha de rockzinho..q faz musicas bobas sem nexos sem sintido e o vocalista roger é dito como um quarentao q nao saiu da adolecencia e muitos os consideram um tremendo idiota…o cara é simplesmente um dos homens mais inteligentes do pais…tirou nota maxima na institução qua avalia o QI das pessoas..me fugio agora o nome dessa intituição..me desculpe nao lembrar agora…em fim…o cara tem boa intrução. é super inteligente..poderia ser um advogado um juiz de direito ou ate mesmo um desembargador e no entanto escolheu fazer “musicas bobas” como assim o dizem….desculpe..mas sinceramente vc foi muito infeliz em seu post…concordo com o post mais acima…a melhor definição para arte-finalista é mesmo a do wikpeedia…
    abraços e boa sorte daqui pra frente em seus novos post’s.

    1. Paulo Valle

      Sempre que se fala de arte finalista ou designer surge este tipo de controvérsia. Aqui mesmo no blog temos diversas abordagens sobre o assunto. Sugiro que leia estes posts, pois eles trazem outras abordagens.
      Você citou que um designer poderia atuar como um super arte finalista, porém ele não estaria usando os conhecimentos que adquiriu no curso de desgner e sim atribuições próprias como o seu exemplo do Roger.
      Os autodidatas tem seu lugar no mercado… aqui mesmo o Liute e Eu somos exemplos disso.
      Quanto a definição da wikipédia, aqui mesmo nos comentários ela foi criticada por outros leitores… lembro… o assunto é bastante polêmico e as “tribos” dos arte finalistas e designers se mantém separadas e menosprezando uma a outra, o que não deveria ocorrer.
      O blog é uma coisa dinâmica… Os assuntos sofrem vários tipos de abordagem… Dá uma lida nos posts que falei e depois volta a comentar.

  11. Norberto

    Oi gostei muito dos esclarecimentos das diferenças entre arte finalista e designer.
    Sendo arte finalista há muitos anos desde o past-up, concordo contigo, mas somente
    gostaria de esclarecer que arte finalista não apenas faz trabalhos simples.
    eu mesmo cuidei port quase 4 anos de toda a arte final de Ford que incluia artes finais de
    varejo de caminhões, pick ups e carros, além das tradicionais mídias de revista, e eu mesmo
    produzia as imagens que eram feitas por um diretor de arte e refeitas por mim com a qualidade
    de 300 DPI.
    eu durante estes anos todos, estive tb na agência Leo Burnett(4,5 anos), a própria JWThompson por 5 anos,
    além de muitas outras agências.
    o meu trabalho era um trabalho bem elaborado e eu mesmo despachava para os jornais as mídias de varejo
    da Ford com o máximo de cuidado para não se perder ou errar nos valores em reais das ofertas.
    Realmente não tenho o estudo de um designer, mas a experiência de desde a época que se fazia arte final via estilete e
    vidros de cola, coisa que muito designer talvez não conheça por não ter vivido.
    Acredito eu que o arte finalista ainda continua sendo indispensável para uma gráfica ou agência, em que seus conhecimentos
    vão além de uam bela criação.
    Muito obrigado e mais uma vez a matéria ficou muito legal.
    Norberto Pontes

    1. Paulo Valle

      Norberto,
      Você está certo no que se refere a experiência.
      Um designer e um arte finalista experientes, com muitos anos de estrada, acabam falando uma mesma lingua.
      É a força da experiência trazendo trocas duradouras entre ambos profissionais.
      Valeu pelo comentário.
      É muito legal ter gente com a sua experiência ajudando no nosso trabalho.

      Por falar nisso! Não quer dar uma palhinha de como se usar a tinta prata para realçar o brilho dos carros? Tem um material super legal que vi nas agências de automóveis com este efeito e eu não domino muito isto. Que tal?

      Abraços,

  12. marcia

    Realmente… kakakakkaka Fala sério, né? Se você quer ver o nível do post, basta ver o que a comunidade comenta nele. Não foi nem um, nem dois, mas você ofendeu muita gente, fora aqueles que não gostam de comentar. Este post é ridiculamente preconceituoso e contraditório com o que você tenta defender nas respostas a aqueles que comentaram. Amigo, simplesmente tem muita gente que não pode estudar, não adianta passar um link de estudar ou não, ou fazer faculdades porque tem outras trilhões de coisas para cuidar, além do próprio nariz metido. Eu sou arte finalista e já fiz muitos trabalhos que não chegam nem perto das ‘coisas’ que vejo por aí, feito por designs. Além de ter que criar, arrumar, verificar, corrigir, ajustar, preparar e fechar o arquivo, ainda temos que ouvir papo de quem brinca de desenhar e acha que é design. Este post é ridículo. Você, assim como muitos comentaram, está sendo preconceituoso e não se toca. Como alguém que se intitula design, sendo arte finalista, consegue falar uma babosera tão grande de si mesmo? É…. acho que na realidade, você é que não serve nem pra ser arte finalista e fica falando mal dos excelentes profissionais que existem por aí. Mas tudo bem… da próxima vez que for fazer um post, pense na generalidade, mas na generalidade mesmo, não nesta que responde os comentários. Porque aí, tudo que fez foi ofender os arte finalistas. “1 ou 2 programas…” aff.. hahahahahah Se tem preconceito contra si mesmo, guarde para si, não saia ofendendo os outros.

    1. Liute Cristian

      Marcia, obrigado pela opinião, mas vamos manter o nível dos comentários em um diálogo saudável. Não é nosso objetivo ofender a terceiros ou quartos, vemos uma opinião formada com base em experiências profissionais e pessoais, assim como eu e você também temos a nossa.
      (Observe que o correto seria “designer” e não “design” em suas colocações ;) )
      Um forte abraço!

    2. Paulo Valle

      Marcia,
      Como já falei anteriormente em outros comentários, o objetivo do post em nenhum momento foi ofender os arte finalistas.
      Para ser sincero este post foi escrito a exatos 5 anos, quando fiz pela primeira vez um blog que perdi pro problemas na hospedagem. Nessa época eu era arte finalista daqueles que executam 20 ou mais trabalhos por dia a preço de banana fazendo trabalhos rápidos. Ou seja, eu não iria ofender a mim mesmo, não é mesmo?
      O que me motivou a escrever a postagem foi aqueles tipos de clientes que vem pedindo uma arte “simples” para poder pagar pouco e começam a pedir mudanças e mais mudanças, em busca de um trabalho que fica na categoria de trabalhos muito caros como os cobrados em agencias de renome.
      Você sendo arte finalista já deve ter passado por essa situação… o cliente que quer uma arte de 2 ou 3 mil reais que leva dias para ser desenvolvida e acha R$ 10 muito caro para se pagar.
      Peço aqui uma coisa… você caiu nessa postagem através de pesquisa na internet, pois ela é uma postagem antiga, com cerca de 1 ano neste blog. Antes de criticar tão radicalmente dê uma olhada nas demais postagens, principalmente nas citadas nos comentários e que complementam esta visão e depois venha comentar novamente aqui.
      O objetivo deste blog é criar uma comunidade no meio gráfico. Eu ficaria muito feliz se ao invés de apenas ser criticado, tivesse a colaboração de outros profissionais, como a do Liute e da Gabriele, que me ajudam a trazer um trabalho sempre melhor.
      Que tal pensar no assunto e nos ajudar?
      Abraços,

      Paulo Valle

  13. RONALDO NOVAIS SANTOS

    OLÁ PAULO, ACHEI MUITO ÚTIL O POST, MAS CONCORDO COM ALGUMAS PESSOAS QUE VOCÊ FOI MUITO INFELIZ NA FORMA QUE APRESENTOU O TRABALHO DO ARTE-FINALISTA E AS ALFINETADAS QUE SE SEGUIRAM NÃO AJUDARAM MUITO A TORNAR O DEBATE SADIO… SUGIRO QUE SEJA POSTADO DE FORMA TÉCNICA O PAPEL DE CADA PROFISSIONAL, PARA QUE AS PESSOAS (INCLUSIVE EU) ENTENDAM MELHOR O QUE É UM DESIGNER OU UM ARTE-FINALISTA.

    GRATO

    RONALDO

    1. Paulo Valle

      Ronaldo,

      Vou deixar anotada a sua sugestão. Eu já fiz outras postagens sobre o tema dando este toque mais informativo e elucidando os pontos controversos. Os links estão nos comentários acima.
      Obrigado pela participação.

  14. Erick Bessa

    Olá,
    sou designer, ilustrador e já atuei durante muito tempo como Arte Finalista em diversas áreas.
    Devo lhe chamar a atenção quanto a definição desta ultima função. Pois, ao meu entender, tal definição está sendo depreciativa. Este artigo desqualifica o profissional que já sofre com a mentalidade limitada de algumas empresas que não entendem a importância deste. Um Arte finalista tem como principal função o fino trato do arquivo (ou da arte) e é o responsável em garantir a qualidade do produto final. Este, tem que ter conhecimento técnico de produção, conhecer a rotina de um parque gráfico, e ser um profundo conhecedor dos programas gráficos existentes no mercado.
    O arte finalista tem que ter sim uma formação profissional. Ele precisa ser um designer , entender o que está fazendo e o porquê.
    Hoje, principalmente no Rio de Janeiro, há uma dificuldade muito grande de se encontra bons Arte Finalistas. Pois paga-se muito mau para tal profissional com tamanha responsabilidade.
    Ouvi certa vez de um professor na faculdade: ” Um profissional de criação nem sempre é, nem precisa ser, um bom arte finalista mas todo arte finalista tem e precisar ser um bom profissional de Criação”.
    E reforço, todo projeto gráfico ou audiovisual de qualidade passa pelas mãos de uma arte finalista competente.
    Essa mentalidade do Boreau de serviço ou de gráfica de fundo de quintal precisa ser extirpada. Pois um arte finalista não pode ser confundido com um “micreiro” ou simplesmente um curioso que aprendeu Corel Draw pela internet.
    Por favor, reveja esse conceito e ajude o profissional de Arte Final ser mais valorizado no mercado de trabalho que até hoje não entende se quer o real valor de um Designer Gráfico.

    Att

    Erick
    Erick Bessa postado recentemente..Seja Bem Vindo!!My Profile

    1. Paulo Valle

      Erick,
      Se você ler atentamente os comentários notará que essa sua crítica é procedente e já foi feita um pedido de desculpas, re-explicado o contexto do artigo e indicado uma nova postagem voltada principalmente para estas definições.
      O objetivo não era atacar os arte finalistas e sim dar um chega pra lá nos clientes que não querem pagar o serviço pelo que eles merecem.
      A distinção aqui está mais pela distinção “popular” no conceito compreendido pelos clientes, do que dos profissionais que tem um grande leque de variações de mercado.
      Na prática sabemos que designer e arte finalista pouco diferem, o que difere realmente é a experiencia e a formação de cada um, sendo que muitos atingem as duas formações.
      Do mesmo jeito que alguns arte finalistas se sentem ofendidos, os designers também se sentem… mas por favor veja todo o contexto da postagem e os comentários (este artigo é um dos recordistas de comentários positivos e negativos), assim como as demais postagens indicadas pelo caminho.
      Obrigado pela participação.
      Abraços,

    2. Liute Cristian

      Excelente colocação Erick.
      Um abraço!

    3. Leonardo Castro

      Excelente, Erick !

      Como sua frase diz, Para ser um bom Arte finalista, tem que ser um bom designer, mas para ser um designer eficiente, não precisa ser um bom arte finalista.

      É nós !!!

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